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O poder da memória de marca

No fim, as pessoas não compram o melhor produto. Compram o que lembram primeiro.

E só lembra quem aparece com clareza, constância e propósito.

A mente não guarda o que é inconsistente

De que adianta trocar identidade visual todo mês? Variar tom de voz a cada campanha? Isso não é inovação, é ruído.
Byron Sharp explica: lembrança de marca depende da repetição estratégica — mesma mensagem, mesmo tom, mesmas associações.

Cases que provam a força da consistência

Nenhuma dessas marcas se confunde. Porque não se contradizem.

Como construir memória de marca

Insight final

A lembrança não é acaso. É disciplina estratégica.

Na Cadabra, acreditamos que quem repete com intenção conquista espaço na mente — e no coração — do público.

Chegou a hora da sua marca crescer de verdade? Fale com a gente.